Viajantes rumo aos Estados Unidos poderão ter inspeção de eletrônicos

As companhias áreas que operam voos para os Estados Unidos, agora vão ser obrigadas a inspecionar os equipamentos eletrônicos de seus passageiros.
A medida é uma exigência do governo americano e deve ser seguida por cerca de 280 aeroportos de 105 países.
A inspeção será focada nos equipamentos eletrônicos (celular, tablet, computador) de passageiros previamente selecionados.
Aqui no Brasil, o procedimento começou nesta quarta-feira, 19 de Julho.

A companhia aérea envia a lista com os nomes de todos os passageiros para um órgão de segurança dos Estados Unidos, que seleciona aqueles que devem passar pela inspeção. São entre 20 e 25 passageiros por voo. Eles são avisados no momento do embarque e seguem para uma sala improvisada.

O funcionário da empresa aérea vai verificar se a pessoa tem vestígios de explosivos tanto no corpo quanto nos equipamentos eletrônicos.
Em linhas gerais, funciona assim: o passageiro entrega o aparelho para o agente de segurança, que usa uma haste com um pedaço de papel para recolher partículas invisíveis a olho nu. Aí, a haste é colocada em um equipamento que vai verificar se tem algum vestígio de explosivo ou não no aparelho eletrônico. Dura só alguns segundos. Se nenhum alarme for detectado, isso significa que o aparelho está liberado e a pessoa pode seguir viagem

O novo procedimento de segurança leva, em média, dois minutos e não provocou atrasos, pelos menos nos dois primeiros voos que partiram nesta quarta do Aeroporto Internacional de São Paulo para Miami e Orlando.

Quem se recusar a passar pela vistoria não embarca. E não adianta despachar o tablet ou o computador; a mala será revistada. O chefe da delegacia da Polícia Federal no aeroporto orienta: o melhor é levar celulares, tablets e computadores na bagagem de mão.

“A recomendação que nós podemos dar aos passageiros que levam equipamentos que realmente sejam necessários para a sua viagem e que facilitem os procedimentos de inspeção, mantendo os equipamentos acessíveis, de forma facilitada, retirando capas ou qualquer proteção que possa atrapalhar na inspeção”, explica Marcelo Carvalho, chefe da delegacia de Polícia Federal.

Dica: Caso você tenha realizado curso ou visitado estandes de tiros antes de viajar ou durante a viagem, guarde o comprovante do mesmo. Pois vestígios da pólvora podem ficar alguns dias nas mãos! Com o comprovante, poderá justificar e prevenir maiores problemas com a segurança!

Fonte: G1 Globo.com

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