Relato de Viagem – 5: Busch Gardens em Tampa

Olá pessoal!

Dessa vez a nossa amiga Ana Lechugo conta um pouco sobre sua experiência em Tampa. Confiram o relato! :)

Relato de Viagem – 5: Busch Gardens em Tampa

Dia de acordar cedo e pegar a estrada! Eu estava louca para ir para este parque. A última vez que eu tinha ido para Tampa foi há 21 anos! Muita coisa havia mudado e eu, que adoro montanhas-russas (esse era o objetivo da viagem), tinha que ir para lá.

A viagem para Tampa durou uma hora e foi muito tranquila. A estrada é muito boa (como quase todas as da Flórida) e bem sinalizada. O Waze nos levou diretamente para a porta do estacionamento do parque. Lá escolhemos novamente o estacionamento na modalidade “prefered” (20 USD) que nos permitiu parar bem na frente da entrada do parque, sem ter que pegar um trenzinho.

Logo do estacionamento vimos a Montu. Nossa! Ansiedade master para entrar logo. Já tínhamos o ingresso impresso e por isso não pegamos fila. Compramos pela internet juntamente com o ingresso do Sea World, dessa forma saiu mais barato.

Mais uma vez optamos por alugar um locker no Guest Relations para deixarmos nossas coisas. O dia estava um pouco mais frio do que os outros e por isso ficamos com nossos casacos, além do meu celular par tirar fotos e dinheiro para gastar no parque. Mais nada! O aluguel custou 7 USD pelo dia todo.

Quando fui há muitos anos só lembro-me de duas montanhas russas: a Scorpion e a Pynthon (que não existe mais). Como as coisas mudaram!

Logo na primeira atração fomos à Cheetah Hunt. Devo confessar que é uma das melhores montanhas russas que eu já fui. Ela já sai a 100 km/h e como não tem loopings você não sai enjoado. Esta é a maior montanha russa do parque e alcança uma força de até 4G (mais do que um astronauta sofre em um lançamento de foguete!). Era uma das únicas atrações do parque que tinha fila. Ficamos uns 30 minutos esperando, mas valeu cada segundo.

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Cheetah Hunt

Depois meu marido quis andar pelo parque para ver alguns bichos, coisa que eu não ligo muito, mas já que estava lá, né? Fazer o que? E toca andar para ver bicho…

Uma parte muito impressionante é a dos leões. Você entra em uma toca e fica observando os “bichanos” através de um vidro, e eles chegam bem pertinho mesmo. Você fica a uns 15 centímetros deles!

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Busch Gardens

Voltando ao que me interessa, fomos para a Montu. E o medo? Não deu tempo! Não tinha fila nenhuma e entramos direto. Esta é uma atração daquelas em que você vai com os pés pendurados e tudo voa. Neste brinquedo aconteceu a situação mais hilária que eu poderia passar neste parque. Pois bem, todos sabem que neste tipo de atração que você fica com os pés pendurados e que vira milhões de vezes de cabeça para baixo não podemos levar nada solto, né? Fomos entrar na nossa fileira e dois rapazes foram ao nosso lado. Detalhe: os dois estavam de chinelos! E não era do tipo Havaianna, não! Daqueles que você segura com o dedão! Era do tipo “Ryder”, só com uma faixa. Bem, pensei: eles vão tirar o chinelo antes de ir. Nada. Bem, eles vão sentar no chinelo para não cair. Nada. Eles foram com os chinelos nos pés! Fiquei o tempo todo olhando para os pés dos dois para ver se aquilo não iria voar diretamente na minha cara. Falei para meu marido: Certeza que vão chegar sem nada no final! Que nada! Os dois eram profissionais. Devem ter passado cola naquelas coisas para que não caíssem.

Depois dessa experiência, saímos andando para ver mais alguns bichos que ficam espalhados pelo parque. Vimos o passeio em que se pode dar comida na boca da girafa, mas era caro e eu não estava muito a fim de fazer.

Fomos para a parte em reforma do parque. Vou dizer: o Falcon’s Fury vai ser muito grande mesmo! Esse eu não teria coragem! Não tem como imaginar como vai ser aquilo.

Passeamos um pouco por ali e resolvermos ver o pessoal que estava passando no Congo’s. Muito engraçado. Alguns americanos estavam colocando moedas em uma máquina para molhar o pessoal que estava passando nos botes. Cada susto! Muito divertido! Só não fomos neste por que estava bem friozinho (para os nossos padrões) e eu sabia que iria sair encharcada.

Fomos à Scorpion, a montanha russa mais velha do parque! Nossa! Muito fraquinha perto de todas as outras que já fomos, mas ao mesmo tempo muito pior. Como ela somente “fecha” na barriga, sem segurar a cabeça, você fica com uma baita dor no pescoço de todos os trancos que ela dá.

De lá fomos ver os tigres. Muito engraçadinhos! Dois deles estavam fazendo aniversário naquele dia e receberam algumas caixas de presentes que destruíram.

Hora de enfrentar a Sheikra! Olhei, olhei, olhei e…amarelei! Não tive coragem de despencar lá de cima. Eu não gosto muito de quedas livres e aquela paradinha que ela dá me apavorou! Meu marido falou um monte e foi sozinho. Fiquei lá embaixo só olhando. Quando ele passou consegui reconhece-lo, mas foi o máximo que fiz. Uma amiga falou que eu perdi a melhor, mas realmente não dava!

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Sheikra

De lá fomos para a parte das crianças, toda tematizada com a Sesame’s Street. Uma graça! Eu sou apaixonada pelo Elmo e lá estava ele, esperando para que eu tirasse foto com ele! Não tinha ninguém. Fiquei um tempo falando que adorava ele…que boba!

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Sesame’s Street

Passeamos pela parte dos cangurus e das emas. Bonitinhos, mas muito fedidos! E depois aconteceu! Meu marido me convenceu a ir à Gwazi! Não tenho palavras! Foi a pior experiência que eu poderia passar. A Gwazi é uma montanha russa de madeira. Antes eram dois percursos, um do leão e o outro do tigre. Um dos lados já está fechado há algum tempo e o outro parece que vai fechar agora. Como ela é de madeira, treme muito, chacoalha por demais! Nossa, horrível! Quase pedi divórcio quando sai de lá!

Essa hora o parque já estava quase fechando e eu tinha que ir à Cheetah Hunt novamente. Não podia deixar a Gwazi ser a última atração de um parque tão legal! E lá fomos novamente! Que delícia! Eu iria mais uma 20 vezes se o parque não estivesse fechando.

Bem, vocês devem estar perguntando: o que você comeu lá? E eu respondo: Nada! Nada não, um sorvete e muito refrigerante. Eu não gosto de comer e ir a montanhas russas e por isso não como nos parques que sei que irei passar mal se comer. Meu marido ainda comeu uma batata de pacote e uma pipoca, mas eu dispensei.

Saímos do parque na hora do fechamento. A fila do trenzinho para o estacionamento estava gigante e nós fomos andando para o carro que estava bem perto. Nessas horas vemos que pagar 5 USD a mais vale a pena!

Pegamos mais uma hora de estrada voltando para Orlando. Foi tão tranquilo quanto na ida. Paramos no Olive Garden da International Dr. para jantarmos. Lá sempre é uma delícia, mas com muita comida. Pedimos um prato cada um e claro que sobrou quase tudo, já que a salada que servem antes é gigantesca e o pãozinho deles é maravilhoso. Gastamos por volta de 50 USD os dois juntos. Fiz uma nota mental que da próxima vez iriamos dividir o prato que vale mais a pena.

Voltamos mortos para o hotel. Hora de dormir, pois, no dia seguinte, eu queria acordar bem cedo para ir ao Magic Kingdom para ver o show de abertura. Mas esse é outro relato.

E vocês? Tem alguma história pra nos contar sobre o Busch Gardens?!? Deixe seu comentário!

Envie o seu relato para: euemorlando@gmail.com

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